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Madirazza Plavac Mali 2007

Vina Madirazza Plavac Mali 2007

O Madirazza Plavac Mali 2007 foi o meu primeiro vinho da Croacia, muito interessante, um monocasta de uma casta tinta autóctone, com grande carisma a Plavac Mali.

É nestas alturas que o novo livro: Wine Grapes: A complete guide to 1,368 vine varieties, including their origins and flavours, vinha mesmo a calhar!

Sobre o produtor Madirazza, segundo o que consegui apurar pelo seu site, apenas produz seiscentos mil litros de vinho por ano.
Como poderemos classificar este produtor Croata, pequeno, médio ou grande?

Um vinho que usa uma rolha de aglomerado de cortiça.
Cheio de energia, ainda com taninos fortes, com muitas cerejas negras maduras, uma ligeira pimenta e uma passagem por madeira. Mas continua ainda bastante duro.

Fiquei com curiosidade em conhecer melhor os vinhos Croatas e tentar perceber os estilos e que castas têm no território.

Obrigado Nelson e à Buga pelo vinho!

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Passagem Reserva 2009

Passagem Reserva 2009

Este Passagem Reserva 2009, foi comprado no final do ano passado na Garrafeira About Wine em Faro e foi dos primeiros tintos que abri este ano.
Ainda não tinha tido oportunidade de provar esta referência da Quinta de La Rosa e não podia ter ficado mais satisfeito com a compra.

Um blend jovem do Douro baseado em apenas três castas, Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz.

No copo é denso, retinto, o nariz mostra uma barrica bem doseada e gulosa com aromas a flores silvestres.
Na boca temos um vinho bastante harmonioso com os taninos só a aparecerem no final. A acidez está no ponto e o toque mentolado é distinto.
Fiquei a pensar como acompanharia umas costeletas de borrego grelhadas em boas brasas!!

Por cerca de pouco mais de €10, é um vinho muito seguro e competente.

Qual será o significado do X no rótulo?

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Oxford Landing Estates Shiraz 2010

Oxford Landing Estates Shiraz 2010

Comprei este Oxford Landing Estates Shiraz 2010 por €7,80 na Adega Algarvia.
Procurava trazer vinhos tintos estrangeiros, diferentes dos que em Portugal habitualmente se produzem a um preço razoável.
Ainda olhei para o Vérité La Joie, mas a €350,00, pensei, vou poder comprar muitos bons vinhos pelo preço de uma só garrafa e prossegui as compras.

Sobre a Landing Oxford Estates, este produtor iniciou a sua produção em 1958. Nas margens do rio Murray no sul da Austrália.

E o que esperar deste Shiraz?


Peel here To Remember

Antes de passar ao vinho concretamente, o rótulo apresenta um detalhe interessante.
Este Peel here To Remember, pode servir como um bom lembrete para uma futura compra.
Em Portugal, que outros produtores utilizam esta funcionalidade no rótulo?
Acham que funciona na realidade!?

Oxford Landing Estates Shiraz 2010

Quanto ao vinho, não me convenceu.

A cor é bonita, o aroma é rico e intenso a violetas, ameixa e anis.
Mas na boca este Shiraz 2010 é um vinho leve, não é denso nem encorpado.
Servido o vinho directamente num copo Syrah da Riedel da linha VINUM XL, a primeira impressão que me deu foi apenas de acidez e frutos vermelhos. Com uns taninos alegres e bem moldados.
E pimenta branca no final de boca.

Procurava um estilo diferente de vinho, mas que me consegui-se arrancar um sorriso!

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Vinhas do Lasso Colheita Seleccionada Tinto 2009

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Comprei em Dezembro ultimo este Vinhas do Lasso Colheita Seleccionada Tinto 2009, por ser da Quinta do Pinto.
É o irmão mas novo das referencias desta quinta. Sou um grande fã do seu blend Merlot & Syrah.
Em termos de experiencia temos as especiarias do Syrah, com o tom herbáceo do Cabernet Sauvignon e a intensidade da Touriga Nacional.

Este é um vinho cheiroso como diria o João Pedro de Carvalho.
Um vinho que satisfaz, pela sua acidez, pelos aromas, mesmo que o Cabernet Sauvignon domine sobre todas as outras castas a determinada altura.

Por vezes bastam-nos vinhos como este num almoço de Domingo.

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Companhia das Quintas – Selecção do Enólogo

Companhia das Quintas - Selecção do Enólogo

Três vinhos, três regiões, dois enólogos, três opções distintas para três referências da Companhia das Quintas.

Para além da marca e dos enólogos, ambos têm no seu blend a casta Touriga Nacional e passaram por um estágio em madeira, que lhes conferiu mais complexidade, embora sejam distintos.
Os rótulos são sóbrios e na minha opinião só lhes falta a menção a Portugal.
Em termos de preço rondam os €5,00.

Qual terá sido o meu favorito?

Quinta De Pancas Selecção do Enólogo 2008
De cor rubi. Aroma a fruta. Na boca vegetal, com um toque agradável a madeira. Final curto.
Neste vinho reina o Cabernet Sauvignon, esta casta acaba por sobrepor-se às restantes, estando bem casado com a madeira.

Herdade da Farizoa Selecção do Enólogo Tinto 2009
De cor rubi. Uma pitada de chocolate no aroma. Na boca taninos, novamente chocolate e madeira com boa fruta.
Gostei da combinação taninos e madeira.

Quinta do Cardo Selecção do Enólogo Tinto 2009
De cor violeta. Aroma a terra com laivos de violeta. Boa acidez, feminino. Agradável. Final longo.
Um vinho com uma acidez cativante.
A combinação Touriga Nacional, Tinta Roriz e Touriga Franca, com um estágio em madeira foi bastante feliz.
Este foi dos três vinhos o meu preferido.

Nota: Vinhos enviados pela Companhia das Quintas.

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Terra D’Alter Tinto 2009

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O Terras D’Alter Tinto 2009 é um vinho alentejano económico, sem defeitos, composto pelo blend de Aragonez, Alicante Bouchet, Touriga Nacional e Trincadeira.

No aroma temos fruta com uma nota de madeira. Na boca é leve, macio, fácil com um retrogosto a tosta.

Pedir mais é difícil, acompanhou como um campeão um empadão de carne.

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Cabrita 2007

Nota: vinho oferecido pelo produtor.

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Este Cabrita 2007 é proveniente da Quinta da Vinha, localizada no concelho de Silves. Propriedade de José Manuel Cabrita, tendo apenas 6,6 hectares de extensão.

A produção de uva começou no final dos anos setenta, com o seu pai. Mas no inicio do milénio, sofreu uma renovação com enxertia e plantação de novas castas.
A uva produzida na quinta era usada para vinho caseiro, mas também para ser vendida à Adega Cooperativa de Lagoa.
Hoje em dia a vinha produz as seguintes castas: Touriga-Nacional, Trincadeira, Aragonez e Castelão.

Em 2007, deu-se a primeira produção com uma marca própria, com um tinto, um branco e um rosé.

Cabrita

O Cabrita 2007, é um vinho de cor rubi, aroma a frutos vermelhos com um toque agradável a tosta. O sabor é especiado, e ainda se sente uma fruta fresca. Quanto aos taninos, sempre os taninos!
Estão bem domesticados e o vinho é agradável no palato e de final longo.

Quinta da Vinha

A Quinta da Vinha tem ainda uma outra particularidade, serve de hub entre alguns dos pequenos produtores Algarvios, tanto para a vinificação como para a guarda de alguns vinhos em barrica.

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