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Pôpa TR 2008

Quinta do Pôpa Tinta Roriz 2008

Só em meados de Fevereiro consegui abrir calmamente o Pôpa TR 2008, Sábado em família e um grande vinho para o almoço.
Não escondo a amizade e respeito que tenho pelo Stéphane e pelo resto da equipa da Quinta do Pôpa.

Este Tinta Roriz apresentava uma cor vermelha pouco densa. Aroma a baunilha e uma agradável madeira. Na boca fruta bastante madura, profundo, fumado, boa estrutura com os taninos bem redondos, só a aparecerem no final para avivar este vinho. Boa acidez.
Saboroso e longo.

Fiz bem em ter demorado a abrir esta garrafa.
Nada cansado e com grande classe, um vinho do Douro que mostra que se podem fazer grande mono castas de Tempranillo, digo Aragonez, irra Tinta Roriz!

Comparando com o 2007, para além de ter um novo rótulo, achei este vinho mais seguro, mais completo.

Nota: Vinho enviado pela Quinta do Pôpa.

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Quinta do Pôpa Tinta Roriz 2007

Quinta do Pôpa Tinta Roriz 2007

Primeiro a fotografia, gosto bastante de fotografia e ligo-a muito quando tento escrever sobre vinho ajuda-me a completar este puzzle.

Nota: Vinho enviado pela Quinta do Pôpa.

Sobre o Quinta do Pôpa Tinta Roriz 2007, passou quatro meses em pipas de carvalho francês de 650 litros no Douro.
Imaginar como seria a aceitação deste e de outros vinhos Portugueses nos mercados internacionais se ostentacem Tempranillo, no rótulo!

Este Tinta Roriz de 2007 é de cor ruby já a ganhar tons acastanhados.
Ao abrir a garrafa o primeiro aroma é a flores silvestres, não o cheguei decantar, depois com o passar do tempo veio a ameixa a dominar.
Na boca temos um vinho macio, daqueles que podemos servir com muita confiança à esposa que não aprecia vinhos díficeis.
Os taninos são servidos em pequenas pepitas de chocolate.
E este vinho da Quinta do Pôpa ganhou aquela seiva da madeira que tanto aprecio.
Sente-se que não é vinho do ano, mas não está cansado, loge disso. Temos antes mais notas de evolução.
O final é longo, com uma ligeira pimenta.

Gostei.

O teor alcoólico, é de 14,5% ideal para muitos mercados.
Fiquei curioso como poderia combinar com um borrego assado num forno de lenha, acabado de fazer!

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Quinta do PôPa – PaPo 2008

Quinta do Pôpa PaPo 2008

Só em Julho passado consegui provar os vinhos provenientes da Quinta do Pôpa, de Tabuaço, na região do Douro.
Desde aí não escondo que fiquei fã do seu trabalho.

Já escrevi sobre o TRePa 2007, e agora chegou a vez de escrever sobre o Quinta do Pôpa PaPo 2008.
Em comparação gostei mais do 2008, achei-o mais complexo e mais vivo.

A imagem que me transmitem é a mistura da tradição com a modernidade, com uma pitada de irreverência.
Um dos guardiões na casa é Jorge Silva, Eng. Agrónomo, que tive a oportunidade de conhecer em Setembro passado quando visitei a quinta, posso dizer que transpira Douro.
O Stéphane Ferreira é o agitador, que juntamente com Luis Pato, criaram os vinhos da Quinta do Pôpa.

O Quinta do Pôpa PaPo 2008, tem novamente duas castas, a Tinta Roriz proveniente da Quinta do Pôpa e Baga da Vinha Pan, da Bairrada para criar um vinho muito interessante.

Quinta do PôPa

Nota: Vinho enviado pela Quinta do Pôpa.

PaPo 2008
De cor vermelha, com aroma a flores silvestres, concentrado no copo. Na boca revela-se um vinho vivo devido aos seus taninos ainda presentes, mas agradáveis. Um vinho com força, leve, com a tosta da madeira quase a lembrar chocolate. O final é longo.
(Provado em 10/03/2012)

A primeira impressão é a que coloco como prova, depois durante o almoço, no copo, ainda se torna mais expressivo, mais forte.
A combinação Baga e Tinta Roriz é de facto muito interessante.
Não torna o vinho denso, mas sim, leve, mas bastante saboroso ainda com os taninos a trabalhar dando vida ao vinho.

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TRePA 2007

Quinta do PôPa

Quinta do PôPa

Os vinhos da Quinta do Pôpa vêm impregnados de irreverência, sem nunca esquecer a tradição.
Incompatível? Creio que não.

Este Trepa 2007, é catalogado como vinho de mesa pois é um blend de duas castas oriundas de duas regiões diferentes.
Não é novidade absoluta a mescla de uvas entre regiões, a originalidade centra-se na escolha de Tinta Roriz do Douro desta mesma quinta e de Baga da Vinha da Panasqueira (Vinha Pan) em Anadia.

A enologia está a carga em ambas as vinhas do químico Luís Pato, reforçando ainda mais a irreverência deste vinho.

Trepa 2007

TRePA 2007
Produtor: Quinta do Pôpa.
Nota: Com um aroma pouco exuberante temos amoras e madeira selada por uma resina.
Na boca uma acidez agradável, um toque de madeira com a alegria das amoras.
Uma feliz combinação de baga e tinta roriz.
(Provado a 25/01/2012)

Nota: Vinho enviado pela Quinta do Pôpa.

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Contos da Terra Branco 2010


Nota: Vinho enviado pela Quinta do Pôpa.

Contos da Terra

Não vos venho contar nenhum conto, apenas acrescentar um ponto sobre o vinho Contos da Terra Branco vindo da região do Douro.

Proveniente da Quinta do Pôpa, o Contos da Terra branco é feito a partir de uvas das castas Moscatel, Malvasia Fina, Viosinho e Gouveio.
No mercado irá estar disponível a produção de 2010, respectivamente branco e tinto.
Estas novas referências vêm reforçar a marca de vinhos de Tabuaço.

Contos da Terra

Abri o Contos da Terra ao jantar com a família para acompanhar umas boas postas de bacalhau assado no forno e revelou-se um vinho bastante agradável.
Um branco de aroma intenso, não só capaz de acompanhar uma boa história mas também servir de companhia a este prato de peixe.

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