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Rioja volta a acolher a #EWBC em 2013

Cantina Tramin

A EWBC – Digital Wine Communications Conference, regressa novamente à sua casa de partida – à região da Rioja (a primeira edição foi em 2008) em Logroño.
Depois de ter explorado varios temas em anteriores edições, entre 25 e 27 de Outubro de 2013, o debate vai ser como podemos ajudar a indústria do vinho a “ficar” online – ou se preferirem a versão original – helping the wine industry “get” online.
Como se pode perceber, ainda há muito para fazer para que a industria do vinho fique realmente online.

EWBC11 - Chianti Classico Trip
Por vezes é assim que ela parece, sites do inicio deste século, mas que nunca mais tiveram uma actualização – ficando o consumidor sem perceber se a empresa deixou de produzir vinho, ou por último se se importa com esta forma de comunicar e com os possíveis clientes que chegam por esta via.
Ainda existem aqueles que utilizam tecnologias que lhes retiram visibilidade em determinados equipamentos – como os sites em flash.
O que dizer de produtores que ainda ostentam o sensaborão – em construção – no seu site?

Exemplo, simples e Português, no Instagram.
A José Maria da Fonseca. Empresa centenária, possui uma conta no Instagram, onde para além de dar conta do que vai acontecendo com os seus vinhos e empresa, responde e interage com os utilizadores da rede, não se limitando só a disparar fotos na aplicação.
Isto é um optimo exemplo do como é estar online!
Não é exemplo único a Quinta do Pôpa também tem uma excelente participação.
Que outros produtores Portugueses seguem no Instagram?

Espero poder rumar até Logroño, e fazer parte de uma grande armada Portuguesa para participar na EWBC – Digital Wine Communications Conference.
Considero muito importante a participação, é um bom momento para pensar sobre a actividade de comunicador, divulgador, educador e wine blogger e parar para escutar outros e porque não emendar caminho se for esse o caso.

Quanto aos vinhos da Rioja, espero poder provar muita coisa interessante.

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Digital Wine Communications Conference 2012 – Novo desconto

EWBC12

Volto a escrever novamente sobre a futura 5ª edição da EWBCEuropean Wine Bloggers Conference, que a partir de agora adopta uma nova denominação para passar-se a chamar Digital Wine Communications Conference.
Terá como tema “Sources“, e irá decorrer em Izmir, na Turquia, em Novembro próximo durante os dias 09 a 11.

Para avisar que o preço da participação sofreu uma redução.

Agora para todos aqueles que criam conteúdos, seja através do Twitter, Facebook, Youtube ou nas mas variadas redes sociais que existem, poderão usufruir deste novo preço.
Já não é preciso ter um weblog tradicional, para ter direito ao desconto.

Mais informações neste último artigo da EWBC.

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Ottotori 2009

Ottotori 2009

Devido ao excesso de peso que já levávamos na bagagem o regresso a Portugal depois da EWBC em Brescia no passado Outubro, fez com que tivesse de escolher muito bem que garrafas de vinho iria trazer de Itália.
Irei publicar mais um par de artigos com vinhos trazidos de Itália.

Provámos durante a estadia inúmeros vinhos.
Uns mais memoráveis, outros quisemos esquecer logo naquele momento em que tomamos o primeiro gole.

Um dos vinhos que provamos e gostamos foram os vinhos do Tomaso Armento. Esta garrafa foi uma oferta sua.
Ele juntamente com o seu sócio Marco Tacchino, produzem vinhos em Piemonte, sobe o nome, Forti del Vento.
E com outros produtores da região constiuíram uma associação denominada éOvada que reúne cinco produtores da região de Ovada que produzem vinhos com o selo Ovada DOCG.
Mais uma inspiração para o mercado nacional, quer seja na comercialização interna como em termos de internacionalização.

Este Ottotori 2009 é um Dolcetto extremo, proveniente de um solo de argila e calcário, de cor rubi, denso e de 14,3º de graduação.
No aroma domina um travo herbáceo e ainda ameixa em forma de geleia.
Na boca reinam os taninos. Tendo sido vinificado em inox e depois trabalhado um ano em barricas de carvalho, nota-se um sabor agradável a tosta mas sem aquela madeira absurda.
Hoje em dia é um vinho mais aveludado, mas ao mesmo tempo com garra ainda a pedir boa gastronomia para vergar a adstringência que esta uva produziu. O final é longo, marcado mas nada monótono.

Um touro vindo de Ovada para recordar Itália, um vinho que abri com imenso prazer aqui em casa.

Este é um produtor Italiano fã do sistema AVIN e dos QR Codes!

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Vinhos Turcos, já provaram?

Um dos aspectos que mais me fascina no mundo do vinho é a sua diversidade de castas, regiões e métodos.

Com a realização de mais uma conferência Europeia de wine bloggers, EWBC, desta vez na Turquia.
Pensei que deveria tentar provar alguns vinhos produzidos na Turquia antes de visitar pela primeira vez aquele pais, juntamente com tentar estudar um pouco as suas castas e regiões.
A conferência terá lugar em Izmir durante os dias 9 a 11 de Novembro de 2012.

Fiz algumas tentativas em adquirir vinho Turco em Portugal, mas sem qualquer resultado positivo.
Existe alguma garrafeira a vender vinho da Turquia em Portugal?

Mas como Twitter é um poço de recursos, não foram precisos muitos tweets para ficar a saber que a thierrys me ia ajudar uma vez mais.

Kavaklidere Classic

Assim os primeiros vinhos Turcos que irei provar são provenientes do produtor Kavaklidere.
E fazem parta da sua linha clássica de vinhos, o tinto Yakut 2010 e o branco Çankaya 2010.

A Kavaklidere Winery, é um dos principais produtores na Turquia, e foi fundada em 1929, em Ancara.
O portfolio é extenso e não se limita apenas aos vinhos tranquilos.
No conjunto este produtor possui 562 hectares de vinhas.

Os artigos sobre estes dois vinhos serão publicados nos próximos dias.

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A próxima #EWBC será na Turquia

O local para a quinta European Wine Blogger Conference, já foi hoje revelado.
Irá realizar-se na antiga cidade de Izmir, conhecida como a Pérola do Egeu.
Na Turquia, entre os dias 09 e 11 de Novembro de 2012.

As inscrições já estão abertas!

Aguarda-se que posteriormente aos três dias oficiais da conferência, sejam anunciadas outras actividades.

O tema da conferência de 2012 é a ‘Fonte’, reflectindo em parte sobre a hipótese recente apresentada pelo Dr. Patrick E. McGovern em que a Turquia é o berço da vitis vinifera, mas também que os wine communicators querem tornar-se fontes de conhecimento, e não apenas disseminadores de informação.

Será uma vez mais uma desculpa para reencontrar amigos, provar novos vinhos e debater sobre o futuro da actividade de blogger, neste mundo online em mutação.

Farei de tudo para não faltar.

Até lá quero aprender mais sobre os seus vinhos Turcos e sobre a sua gastronomia.

Para seguir a conversa no Twitter, usem a #hashtag #EWBC

O endereço oficial para a #EWBC é http://ewbc12.vrazon.com/

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Jantar no Ristorante Solociccia – #EWBC

Depois de um fantástico segundo dia de provas de grandes vinhos da região do Chianti Classico, seria este o restaurante indicado para um grupo de wine bloggers vindos dos quatro cantos do mundo?
Creio que sim!
O Ristorante Solociccia, é a extensão do trabalho artístico deste talhante, Dario Cecchini.

O restaurante é conceptual, seis pratos de carne, acompanhados com vegetais sazonais, feijão branco com azeite, pão, bolo, café e um quarto de litro de grappa.
E não servem bifes!

O vinho servido ao jantar não podia ser outro, só vinho tinto seleccionado pelo Consorzio Chianti Classico.


Menu:

Muzzle and Broth
Spicy meat ragu on toast
Batter fried meats and vegetables
Rosemary up your bum
Fresh, raw garden vegetables
Garbanzo and white beans
Beef roasts
Boiled beef and vegetable salad
Braised meats
Homemade focaccia and Tuscan bread
Water with and without bubbles
Coffee, olive oil cake
Grappa and Italian Military spirits

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Dario The Butcher from Joe Becerra on Vimeo.

Check out this video of the impromptu party at Dario’s butcher shop, L’Antica Macelleria in Panzano in Chianti. I don’t think you will find this same experience any time soon at your local butcher shop.

Dario Cecchini, nos últimos 35 anos tem-se dedicado a ser o melhor homem do talho possível.
Procurando fazer desta profissão uma arte, para descobrir o melhor corte e métodos de confecção para cada pedaço de carne.
O seu objetivo é respeitar o animal, usando cada parte da melhor maneira possível. Considera a hospitalidade sagrada, e no seu talho podemos comprar carne bovina, suína, e quando na época, cordeiro.

Imperdivél!

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Chianti Classico – Segundo dia

Neste segundo dia na região do Chianti Classico tivemos a oportunidade de visitar três produtores, com prova de vinhos e visita a adega em cada um deles.

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A primeira visita deu-se ao Barone Ricasoli.
Onde foi o próprio barão, Francesco Ricasoli que nos recebeu. E com a ajuda de Massimiliano Biagi, responsável da viticultura apresentaram-nos alguns dos seus vinhos.

Brolio 2009
Um vinho feito essencialmente de Sangiovese, com nove meses em madeira.
Na boca uma acidez invulgar num tinto e uns taninos muito poderosos. Marcante.

Rocca Guicciarda 2008
Francesco Ricasoli está a alterar o perfil de alguns dos seus vinhos.
Este Rocca Guicciarda, continua a ser feito quase exclusivamente com Sangiovese, e uma vez mais com uma acidez marcante e uns taninos marcantes.

Casalferro 2008
Um vinho poderoso da Toscania (IGT), 100% Merlot, mineral, fresco, cru, especiado e de uma acidez extraordinária. Foram produzidos apenas 3000 litros. Uma assinatura diferente de vinho para a casa Ricasoli, na qual tentam mostrar a modernidade e a riqueza dos seus solos.

Castello di Brolio 2008
Um blend de Sangiovese, com Cabernet Sauvignon e Merlot.
Os dezoito meses em barricas tornaram, um vinho elegante, rico em notas de especiaria. Fresco e com boa mineralidade.

Castello Di Brolio 2005
Este viria a ser o meu preferido de todos os vinhos em prova.
Ainda melhor que o de 2008, mais rico em aromas e com a madeira muito harmoniosa.

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O segundo produtor a ser visitado neste dia seria Castello Di Ama.

A adega surgiu no inicio dos anos setenta quando quatro famílias de Roma, decidiram rumar até ao coração do Chianti Classico para criaram o seu projecto vincula.
A propriedade têm cerca de 250 hectares, mas apenas 90 tem vinhedo, na sua grande maioria sangiovese, mas também dispõem de merlot, chardonnay e pinot noir. Anualmente produzem uma média de 350000 garrafas, com uma produção a rondar as 3500-4000 garrafas por hectare.
Os vinhos são da responsabilidade do viticultor Italiano, Marco Pallanti, que chegou a Castello Di Ama em 1982, e nunca mais abandonou esta casa da Tuscania.

Aqui têm enorme gosto pela arte contemporânea e a propriedade recebeu nestes últimos 11 anos várias peças e artistas, sendo que algumas delas passaram a fazer parte da propriedade.

Na montagem podem ver uma das peça intitulada “La Lumière intérieur du corps humain” de Chen Zhen do ano de 2005 numa das várias sala de estágio de barricas. Ao centro em neons vermelhos “Revolution/Love” de Kendell Geers do ano de 2003. Esta talvez crie a sala de estágio mais revolucionária onde já estive.

Provamos dois vintage da referência Castello Di Ama, de entre as várias que o produtor comercializa.

Castello di Ama 2006
Este Chianti Classico DOCG é um blend de Sangiovese (80%), Malvasia nera, Merlot, Cabernet Franc e Pinot Nero (20%).
Este vinho assinala o 25º ano de produção em Castello di Ama.

Castello di Ama 2007
Com o mesmo blend.

Ambos os vinhos demasiado pungentes e taninicos para o meu gosto pessoal. Talvez com mais alguns anos em cave possam tornar-se mais aveludados.
Marcante a visita essencialmente pela peças de arte em redor da propriedade. Um local extraordinário.

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A terceira visita do dia seria à emblemática Vignamaggio.
Como nota histórica a Villa de Vignamaggio é datada do séc. XIV. E Mona Lisa, filha dos proprietários, a familia Gherardinis, nasceu neste local em 1479.
O actual proprietário adquiriu a propriedade no final dos anos oitenta e renovou os jardins, a vinha e a adega.
Em 2004, celebraram seiscentos anos da produção de vinho neste local.
Para os amantes da sétima arte, poderão reconhecer este espaço do filme, “Much Ado about Nothing“, sobre Shakespeare, rodado nesta propriedade e realizado por Kenneth Branagh em 1992.

Hoje em dia para além de continuarem a produzir vinho, produzem azeite, prestam serviços de agroturismo, completam a oferta com um spa com vários tratamentos.

Quantos aos vinhos, passaram com elevada distinção na prova.

Terre di Prenzano 2009
100% Sangiovese
Na boca aroma a frutos vermelhos. Um vinhos mineral, fresco, correcto e bastante agradável.

Vignamaggio Chianti Classico DOCG 2009
Com este vinho procuram um novo estilo para o Chianti Classico da casa Vignamaggio, um blend de Sangiovese 80% e Merlot 20%.
Mais suave, mas mais complexo, fresco, especiado com um toque maior a madeira.

Castello di Monna Lisa Riserva 2006
Desta vez um blend de Sangiovese 80%, Merlot 10% e Cabernet Sauvignon 10%.
De aroma intenso a lembrar a Alcaçuz, na boca, taninico mas bem trabalhado pela madeira. Um estilo mais clássico. Gostei.

Wine Obsession I.G.T. Toscana 2007
As castas são Merlot, Cabernet Sauvignon e Syrah.
Até os produtores na região do Chianti Classico, piscam o olho ao gosto de outros consumidores.
Este é um vinhos descomplexado e com uma forte componente visual. Pois é comercializado em seis rótulos diferentes.
De cor rubi intenso, com um aroma intenso a especiarias. Na boca, groselha, fresco, suave e fácil.

Três casas distintas, cheias de história e com resultados bem diferentes.
Se tinha curiosidade em visitar a região do Chianti Classico, ao segundo dia estava rendido.
Voltarei definitivamente.

E ainda faltava um dia de provas!

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