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Mux 2009 Tinto

Mux 2009 #Douro #winelover

Recupero neste artigo o Mux 2009 tinto, um vinho que tinha provado em Março de 2012, que depois comprei para abrir em casa em finais do ano passado.

O Mux 2009 Tinto é um blend de Touriga Nacional, Touriga Franca e Sousão.
Este vinho caracteriza-se pela sua excelente persistência e pelo sabor inconfundível dos vinhos do Douro. No copo temos um vinho ainda com muita fruta madura, uma grande frescura e com um bom trabalho em madeira.
Vale bem a pena a ida a uma boa garrafeira para a aquisição deste vinho.

E estou cada vez mais fã dos vinhos do Mateus Nicolau de Almeida!

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Pôpa TR 2008

Quinta do Pôpa Tinta Roriz 2008

Só em meados de Fevereiro consegui abrir calmamente o Pôpa TR 2008, Sábado em família e um grande vinho para o almoço.
Não escondo a amizade e respeito que tenho pelo Stéphane e pelo resto da equipa da Quinta do Pôpa.

Este Tinta Roriz apresentava uma cor vermelha pouco densa. Aroma a baunilha e uma agradável madeira. Na boca fruta bastante madura, profundo, fumado, boa estrutura com os taninos bem redondos, só a aparecerem no final para avivar este vinho. Boa acidez.
Saboroso e longo.

Fiz bem em ter demorado a abrir esta garrafa.
Nada cansado e com grande classe, um vinho do Douro que mostra que se podem fazer grande mono castas de Tempranillo, digo Aragonez, irra Tinta Roriz!

Comparando com o 2007, para além de ter um novo rótulo, achei este vinho mais seguro, mais completo.

Nota: Vinho enviado pela Quinta do Pôpa.

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Bétula 2011

Bétula 2011

Muito se fala na tipicidade de cada região e dos vinhos de cada uma delas. Sou um defensor dessa mesma tipicidade, mas pelo meio tem de existir alguma irreverência.
E é disso que se trata quando bebemos e falamos deste branco do Douro – Bétula.

O Bétula 2011, continua a ser um blend de 50% Sauvignon Blanc e Viognier.

Um branco que pede peixe com mais gordura ou uma boa salada Caesar!
Gosto da tropicalidade do aroma deste vinho e da ligeira baunilha que apresenta.
Na boca a acidez, a mineralidade, o volume e o toque picante complementam a experiência.

Um branco irreverente para quem quer explorar outras sensações.

Nota: Vinho enviado pela produtora Catarina Montenegro.

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Niepoort Projectos Moscatel Dócil 2011

Niepoort Projectos Moscatel Dócil 2011

O vinho de mesa Niepoort Projectos Moscatel Dócil 2010 é mais uma das experiências comercializadas pela Niepoort Projectos.

Todos os aromas da casta Moscatel foram preservados e temos um vinho com um aroma tropical e na boca é frutado e doce. Com uma acidez elevada, com muito açúcar residual, mas ao mesmo tempo continua a ser um vinho refrescante.
Perfeito para um prato de cozinha oriental, simplesmente como aperitivo, como acompanhamento de sobremesas ou para disfrutar fora de uma refeição.

A sua singularidade faz dele também um presente interessante para oferecer a quem diz que os vinhos são todos iguais e que não despertam interesse.

Adorei esta reinterpretação da casta Moscatel pela Niepoort, um vinho que fará a delicia de todos.

Nota: Vinho enviado pelo produtor Niepoort Vinhos.

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Passagem Reserva 2009

Passagem Reserva 2009

Este Passagem Reserva 2009, foi comprado no final do ano passado na Garrafeira About Wine em Faro e foi dos primeiros tintos que abri este ano.
Ainda não tinha tido oportunidade de provar esta referência da Quinta de La Rosa e não podia ter ficado mais satisfeito com a compra.

Um blend jovem do Douro baseado em apenas três castas, Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz.

No copo é denso, retinto, o nariz mostra uma barrica bem doseada e gulosa com aromas a flores silvestres.
Na boca temos um vinho bastante harmonioso com os taninos só a aparecerem no final. A acidez está no ponto e o toque mentolado é distinto.
Fiquei a pensar como acompanharia umas costeletas de borrego grelhadas em boas brasas!!

Por cerca de pouco mais de €10, é um vinho muito seguro e competente.

Qual será o significado do X no rótulo?

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Bétula 2010

Bétula Branco 2010

É sem sombra de dúvidas o artigo que esteve mais tempo em draft aqui no blog, não merecia pois o Bétula 2010, foi um dos meus vinhos brancos preferidos de 2011.

Bétula Branco 2010

Um blend de Sauvignon Blanc e Viognier produzido na freguesia de Barrô. Na Região Demarcada do Douro, concelho de Resende, paredes meias com a região dos Vinhos Verdes.
É daquelas combinações que só provando se pode julgar a escolha das castas.

O resultado é um vinho elegante, com uma acidez revigorante.

Bétula 2010

Um branco que pede camarão frito – divinal.

Sobre a enologia aplicada a este vinho, pelo enólogo Francisco Montenegro. Este vinho como já referi é um blend de 50% de Viognier que fermentou em madeira. Para conferir mais corpo e volume e trabalhar os sabores que esta casta consegue desenvolver em contacto com a madeira.
Os restantes 50% são Sauvignon Blanc, que fermentaram em inox, para manter a essência desta casta.

É isto que mais gosto do mundo dos vinhos, as combinações menos óbvias a produzirem grandes vinhos.

Agora é aguardar pelo 2011 que merece repousar mais umas semanas antes da prova!

Nota: Vinho enviado pela produtora Catarina Montenegro.

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Mais um jantar tardio no Rubro

Acho que já começa a ser uma tradição o jantar no Rubro da Rua Rodrigues Sampaio 35, na véspera de um Adegga Wine Market.

Sair e não sair do trabalho, chegar e não chegar, chega-se quase sempre no fim, mas ainda a tempo de provar alguns dos vinhos do jantar!

Casa Ferreirinha Colheita 1998, uma pérola do Douro.
Quem não gosta deste tipo de veludo!?

O Quinta D. Maria 2002, estava bem vivo. Gostei essencialmente do nervo que ainda apresentava.

Umas carnes de Porco Preto, bem suculentas para acompanhar estes vinhos do Douro.

Tinha este Madeira Sercial Velho Extra Seco, em casa e achei que seria o momento certo para o abrir, num jantar de amigos e grandes apreciadores de vinhos.

Um blend de vários vinhos da casta Sercial da Cossart de ínicio dos anos ointenta.
Foi o que consegui apurar, pois a garrafa não apresenta qualquer indicação referente ao vintage ou data de engarrafamento à excepção do imposto de selo.
Impressionante a longevidade dos vinhos Madeira, este esteve a cozer num armazém antes de me chegar ás mãos, mas mesmo assim apresentava alguma alma.

O jantar acabou cedo, pois os preparativos para o Summer Wine Market 2012 iam começar daí a poucas horas!

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